Eu não acredito em ateus! Não acredito com todo o meu direito de não acreditar. Somos essência divina mesmo sem querer. Nascemos pelas mãos de um DEUS maravilhoso que machuca-se todo para curar nossas dores. Esse Deus amigo das crianças que é como o vento: não se pode ver, não se pode tocar, mas pode-se sentir na total impossibilidade de ignorá-lo.
Também não acredito em “crentes” que invadem escolas e matam crianças, que explodem meio mundo ‘em nome de deus’. Essas são pessoas não dignas de serem chamadas humanas porque lhes falta a mínima humanidade. São máquinas, monstros... É preciso não comungar dessas idéias contrárias à vida e aliadas ao sistema de coisas vigente porque “Quem está perdido em Deus e está achado neste mundo”.
É bem verdade que vivemos numa realidade carente de bons sentimentos. Vivemos num mundo em que a miséria material e espiritual é que alimenta a mídia e os governos. Há que se repensar nessa bondade de fachada em que se fazem programas de TV e heróis de capa de revista. E há também que se repensar nessa maldade que adentra nossos lares e aterroriza nossas famílias. É preciso experimentar o Amor. É preciso crer no Amor experimentado. Não esse Amor sensacional que vende perfumes no dia dos namorados, mas sim aquele capaz de acender as noites, de fazer o sol lamber todas as manhãs as flores e os gramados. É preciso crer no Amor de Deus! “Porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre (Salmos 136:1).”
Deus quer que experimentemos dessa amizade, desse amor que acende a lua. Certamente não se alegra com a superficialidade que é lembrar Dele na Páscoa, no Natal... ELE está nos mínimos detalhes em todo e qualquer tempo. Por isso deseja que não nos esqueçamos de nossa ligação direta com ELE, e essa é uma das razões por que instruiu Lucas a incluir em seu evangelho a genealogia de Jesus Cristo, que termina com as magníficas palavras: “Cainã, filho de Enos, Enos, filho de Sete, e este, filho de Adão, filho de Deus” (Lc 3:38). Sem dúvida, uma linhagem bem mais honrosa do que seria: “Adão, filho de um antropóide, filho de um chimpanzé, filho de um anfíbio, filho de um molusco, filho de uma ameba.”

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